miércoles, 11 de febrero de 2009

Cristina Fernández dijo que se comprometía "con el pueblo" de Tartagal -Ayudémosla entonces

Según lo que dice Página 12 de hoy:

CFK: "La verdadera tragedia es la pobreza"

La presidenta Cristina Fernández dijo que se comprometía "con el pueblo" de Tartagal para trabajar en la reconstrucción de la ciudad afectada por un aluvión de barro desde el lunes. En tanto, destacó la situación "pobreza estructural" que afecta a Tartagal, ante lo cual dijo que "el alud complicó la situación".

"Ustedes verán que ya se está trabajando, llevando ayuda. Yo me comprometo con el pueblo porque vamos a trabajar por todos", afirmó la presidenta en una reunión con pobladores y empresarios en Tartagal. La presidenta indicó la "necesidad de seguir con la profundización de la distribución del ingreso". "La verdadera tragedia es la pobreza, el alud hizo complicar una situacion de pobreza estructural", añadió.




Entonces para ayudarla le recordamos:

  1. 1_EN AL AÑO 2007 LA SECRETARÍA DE MEDIO AMBIENTE Y DESARROLLO SUSTENTABLE DE SALTA, CON EL AVAL DE SU ENTONCES GOBERNADOR JUAN CARLOS ROMERO, AUTORIZÓ EL DESMONTE DE 400.000 HS. DE BOSQUES NATIVOS, ANTE LA INMINENTE SANCIÓN DE LA LEY DE BOSQUES. (EQUIVALENTE A 40 CANCHAS DE FÚTBOL POR HORA).


  2. EL 6/07/2007 EL GOBIERNO DE SALTA AUTORIZÓ EL DESMONTE DE 1.670 HS. DECLARADAS RESERVA DE BIOSFERA DE LAS YUNGAS POR LA UNESCO, A LA FIRMA LOS DOS RÍOS S.A. EN FINCAS ABRA GRANDE Y ABRA CHICA, CERCA DE ORAN.

  3. MIENTRAS TANTO ESPERAMOS QUE LA SRA. PRESIDENTA CRISTINA FERNÁNDEZ DE KIRCHNER SE DECIDA A IMPULSAR LA REGLAMENTACIÓN DE LA LEY DE BOSQUES Nº 26331 DEL 28-11-2007, QUE DUERME EL SUEÑO DE LOS JUSTOS A LA ESPERA DE LA DESTRUCCIÓN TOTAL DE NUESTROS RECURSOS NATURALES.



Tartagal, Argentina — Greenpeace denunció este lunes que las actuales inundaciones en el norte de la provincia de Salta, como sucediera también en el año 2006, son consecuencia directa del irracional proceso de destrucción al que se encuentran sometidos los últimos bosques nativos argentinos por la falta de una política firme contra los desmontes.



Llamá ahora al Teléfono Rojo de Greenpeace al (011) 4000-5580 de lunes a viernes de 10 a 18 hs. y exigí a Cristina la urgente reglamentación de la Ley de Bosques y una política firme contra los desmontes.





Programa "La Liga" com legendas em português, para que o Brasil não copie a Argentina.




O 26 de agosto de 2008 o canal de televisão TELEFE da televisão aberta argentina emitiu o programa "La Liga" da produtora quatro cabeças.

No programa motivado pelo conflito com os ruralistas poderão saber mais um pouco do modelo da soja transgênica que existe na Argentina.

Tomara que o Brasil nunca copie esse modelo.

Créditos das legendas em português do programa:

Algumas aclarações
Mosquito ("Pernilongo")

é o apelido dado ao veiculo que pulveriza os campos.

Alfredo de Angeli.




Dirigente da Federação Agrária de Gualeguaychú e da Assembléia de Gualeguaychú.
A Assembléia de Gualeguaychú liderou as protestas contra as papeleiras que se instalaram em Uruguai.

A cidade fica na divisa com Uruguai e a instalação das papeleiras podia produzir danos ecológicos na região. De Angeli é um "abanderado" da ecología.

Logo foi uns dos que partiu para protestar, bloqueando as estradas, contra o aumento às retenções, os impostos aos produtos agrícolas.

No vídeo ele fala sobre os transgênicos e o glifosato....Mas diz que não sabe de nada e que isso não é um problema dele...
Programa "La Liga" 26 de agosto de 2008.







Programa de televisão A Liga, dedicado aos trasngênicos from Partido Pirata Argentino on Vimeo.
Programa "La Liga" 26 de agosto de 2008.








Muito Obrigado a Bartira e a Transgênicos Não pelo apoio.

"Em pouco menos de quinze anos, o consumo de glifosato se multiplicou 180 vezes"

Fonte Adital.
Entrevista: Graciela Cristina Gómez
A advogada ambientalista e escritora argentina Graciela Cristina Gomez é uma das militantes mais credenciadas quando o assunto é o uso indiscriminado de agrotóxicos, principalmente no que se refere à utilização do glifosato. Em entrevista à Adital, ela fala sobre a situação na Argentina, país onde os movimentos ambientais patrocinam uma luta árdua contra os danos causados por substâncias nocivas à saúde do ser humano e do meio ambiente como um todo. Confira.
Adital - Quando o assunto é o uso indiscriminado de agrotóxicos, Argentina é um dos países que menos acata as considerações ambientais sobre os danos causados por essas substâncias. Ante esse panorama, imaginamos que a luta dos advogados ambientalistas e dos próprios movimentos ambientais vai de encontro aos interesses de empresas poderosas, como é o caso da Monsanto. Uma luta injusta. Nós gastaríamos que a senhora falasse um pouco sobre isso.

Graciela Cristina Gomez
- Efetivamente, o colega Mariano Aguilar traduz isso como "David contra Golias": estão muito confiantes de sua força, isso é um erro. Não usaremos uma atiradeira, mas a realidade empírica, o efeito cascata de milhares de denúncias e a negociação da evidência que já não se pode esconder da sociedade, farão que caia por seu próprio peso. Pretender tapar o sol com uma mão é o que demonstram organismos como Senasa, Aapresid ou Casafe.

Importam-nos muito pouco seus interesses, os interesses políticos, legisladores, ministros que deveriam renunciar ou secretários minimizados o tema, querendo nos "incluir", o que, na realidade, é "excluir em saúde" neste tema de geleiras ou mineradoras a céu aberto. Atuam como mercenários e muitos deles fazem parte do monopólio dos meios, a serviço da multinacional. É uma vergonha que a Comissão de saúde de Deputados desconheça o que está acontecendo, pagamos a dieta desses ineptos, deveriam renunciar, porque, sendo médicos, muitos deles são cúmplices; de outra maneira, não se entende que não atuem.

Adital - Em que nível se dá a conivência desses projetos vinculados à soja transgênica com os órgãos do governo? Há muitas denúncias sobre a cumplicidade das autoridades argentinas?

Graciela Cristina Gomez - A todo nível. Há cientistas, médicos, universidades, políticos, jornalistas e parasitas enquistados no mesmo estado, atacando-nos e pressionando de uma ou de outra forma, para nos calar, minimizando ou tratando de casos isolados os milhares de meninos com malformação, câncer, doenças respiratórias, alergias e uma inumerável lista de doenças denunciadas pelo doutores Gomez Demaio, Paramo, Lucero, Gianfelici e médicos rurais de cada província.
Inclusive o Colégio de Engenheiros Agrônomos denunciou 100 casos de nascimentos com malformação por ano em Santiago do Estero, enquanto outros colegiados, aeronavegantes, produtores e organismos que vêm afetando seu status quo, mediante "apertos" e todo tipo de mensagens subliminares ou aplicando a censura pretendem cegar a informação que brindamos, amedrontando nosso acionar. Sem conseguir, obviamente.
É indignante ver funcionários e políticos viajando para congressos, aceitando da Acsoja um "all inclusive", assistem a suas reuniões nas Bolsas de Comércio ou Sociedades Rurais, decidem com eles a legislação para se aplicar ou para se reformar pelas costas do povo, que nunca será o beneficiário dessas transações. Vivemos os piores casos em Santa Fé, é vexatório escutar como relativizam o tema, não querem escutar e nos atacam por informar. A imprensa, em sua cumplicidade, só publica o circo dos políticos brigando entre si e idolatra a soja de forma obscena.

Adital - Informações dão conta de que na próxima temporada se semearão cerca de 18 milhões de hectares com soja transgênica. Ou seja, mais glifosato. Como estão os processos para a proibição dessa substância no país?

Graciela Cristina Gomez - Em "stand by", soa melhor que "engavetados". Um secretário de ambiente, que já deveria ter renunciado, opina ante o projeto que, "se algo é proibido, deve ser com uma finalidade", lhe contestamos que essa finalidade é a saúde do povo argentino, evitar um futuro de meninos idiotas, como denuncia o Dr Gomez Dimaio, mas sua única preocupação é "que não afete economicamente o país", segundo expressou nos meios de comunicação.
Por outro lado, a minha província se horroriza com os dados que aportamos, aos meios quando governo, deputados e médicos não deveriam, a essa altura do tema, desconhecer os percentuais de doentes de Santa Fé. Estão mais preocupados em como se dividir os lucros da soja, enquanto a província se faz água por todos os lados, ainda sem uma nova inundação. Segundo dados de Walter Pengue, para 2015 a produção poderia chegar a um crescimento de mais de 60% com relação à média das três últimas campanhas. Quanto ao consumo de fertilizantes total de 6,3 milhões de toneladas para 2015, frente aos quase três milhões atuais. Em uma loucura, em pouco menos de quinze anos, o consumo de glifosato se multiplicou 180 vezes.
Adital - Recentemente se realizou a Jornada do Observatório do Glifosato. Que avanços concretos apresentou o evento?
Graciela Cristina Gomez - Há um antes e um depois dessa jornada, a convocatória da deputada Julia Perié foi de suma importância, levar o tema ao Congresso da Nação é uma oportunidade que ninguém nos brindou antes. O debate realizado e a informação apresentada foram de tal magnitude e tão abrumadora que muitos presentes expressaram sentir calafrios de ver as imagens e dados de bebês com malformação que cada expositor, das diferentes províncias, descreviam com detalhes. Não deixaram lugar a dúvidas, apenas certezas, de que estávamos todos ali buscando uma solução urgente do governo.
A gente pede informação da jornada porque a censura se encarregou de que não se publique nos meios, só o apoio das Missões e uns poucos meios independentes informaram a apresentação de cientistas, médicos e ONGs que ocorria no congresso.
Adital - Que avaliação você faz do envolvimento da sociedade de modo geral com esse tema? Existem campanhas que tratem do assunto e de seus danos para a população? Ou apenas a população das regiões afetadas conhece a dimensão do problema?
Graciela Cristina Gomez - Não há campanhas, damos palestras em escolas rurais, em lugares onde nos pedem que vamos com ONGs e o Dr. Paramo, mas por parte das autoridades, e dos povos fumigados custa tirar uma ordem, o pseudo-campo domina todas as esferas, minha província é um feudo em pleno século XXI. Buenos Aires recentemente ecoou o tema porque estavam fumigando com glifosato as vias do trem, em plena Capital Federal e até atrás da chácara presidencial, quando se inteiraram que o "matayuyos" é Round Up, aderiram a nossa luta. Isso se repete em todo o país, as municipalidades e comunidades o usam para praças, parques e margens das rotas. Isso é cumplicidade, não é ignorância.
Adital - Em alguns poucos países, tem sido proibido à Monsanto - como principal símbolo dessa cultura nociva - plantar soja transgênica, devido às incertezas que, todavia, rondam a questão dos alimentos geneticamente modificados. Pensa os verdadeiros efeitos ambientais, humanos e financeiros que essas indústrias geram?
Graciela Cristina Gomez - Efetivamente, mas há um motivo: a cumplicidade de cada país onde se pretende penetrar, violando a legislação e o princípio precatório. O genocídio massivo do Plano Colômbia, a cumplicidade de organismos internacionais, chama-se FDA e OMS, FAO ou quem corresponda regular e advertir sobre esses venenos e os cúmplices locais SENASA, CONABIA, CASAFE, dentre outros.
Todos olham para o outro lado, saem nos meios sem pudor, dizendo que o herbicida é melhor que o sal de cozinha. Lhes convido que tomem café com glifosato e seu coadjuvante, coquetel que usam para fumigar e, em alguns meses, falamos de novo... Sabemos o que produz, mas eles não podem demonstrar o contrário, ainda com fraudes nem pagando cientistas, Golias tem os pés de barro, os dias contados, como muitos desses funcionários.



Do Jornal Valor sobre a possível proibição do Glifosato na Argentina:

Assunto: Agronegócios
Título: 1x Argentina sob pressão para proibir o uso de glifosato nas lavouras
Data: 05/06/2009
Crédito: Jude Webber e Hal Weitzman
Jude Webber e Hal Weitzman, Financial Times

O governo da Argentina está sendo alvo de pressão para proibir um produto químico usado no herbicida mais vendido do mundo, que ajudou a transformar o país num importante exportador de alimentos mundial na década passada, depois de uma nova pesquisa ter constatado que ele pode ser prejudicial à saúde humana.

Um grupo de advogados ambientalistas peticionou à Suprema Corte requerendo a imposição de uma proibição por seis meses sobre a venda e uso do glifosato, base de muitos herbicidas, incluindo o Roundup, produto da Monsanto.

Uma proibição, se aprovada, significaria "que não poderíamos praticar agricultura na Argentina", diz Guillermo Cal, diretor-executivo da Casafe, associação de fabricantes de fertilizantes do país.

A Argentina tornou-se uma potência mundial na exportação de alimentos, em grande parte por meio do uso de grãos geneticamente modificados projetados para resistir ao glifosato. Isso permitiu aos produtores de soja elevar o rendimento dramaticamente, por plantarem diretamente sem limpar a terra, logo em seguida pulverizando o herbicida para matar as pragas sem afetar a nova lavoura.

O país é o maior exportador mundial de óleo de soja e segundo maior na exportação de milho, terceiro em soja e sétimo, em trigo. O glifosato é o herbicida mais usado e os produtores gastaram com ele cerca de US$ 450 milhões por ano e usam 150 milhões de litros anualmente nas suas lavouras, diz Cal.

Qualquer proibição sobre o uso do glifosato poderá ter graves consequências fiscais: o governo argentino, já carente de recursos, depende pesadamente das tarifas impostas às exportações agrícolas. Ele deverá arrecadar aproximadamente US$ 5 bilhões este ano, apesar de a soma ser apenas cerca de metade do nível do ano passado, após um prolongado conflito com os produtores rurais, uma seca amarga e preços mais baixos reduziram drasticamente a produção da soja, principal cultura do país.

"Sabemos que estamos enfrentando Golias", diz Mariano Aguilar, diretor-executivo da Associação Argentina de Advogados Ambientalistas, que pleiteou em ação a proibição sobre a venda e uso do glifosato, enquanto se aguarda o resultado da investigação feita por uma comissão de especialistas criada em janeiro pelo governo.

A iniciativa de Aguilar veio no rastro de uma investigação liderada por Andrés Carrasco, um cientista da Conicet, instituto de pesquisas que recebe recursos do governo. Segundo a pesquisa de Carrasco, mesmo minúsculas quantidades de glifosato poderiam causar má-formação embrionária em rãs e, por extrapolação, ter implicações para humanos. "Suspeito que a classificação de toxicidade do glisofato seja muito baixa... em alguns casos isso pode ser um veneno poderoso", disse Carrasco. Ele diz que os residentes próximos das regiões produtoras de soja relataram problemas a partir de 2002, dois anos após as primeiras safras começarem a usar grãos transgênicos, cujo uso foi aprovado na Argentina em 1996.

Pesquisas conduzidas por outros cientistas argentinos e evidências levantadas por outros ativistas indicaram elevada incidência de defeitos de nascença e câncer em pessoas que vivem perto das regiões de pulverização das lavouras. Estudo conduzido por um médico, Rodolfo Páramo, na provincial agrícola de Santa Fé, relatou 12 deformações a cada 250 nascimentos, bem acima da taxa normal.

Carrasco diz que sua pesquisa usou glifosato puro, bem como herbicida contendo cerca de 500g de glifosato por litro - a concentração padrão em muitos fertilizantes -, que diluiu 5 mil vezes.

A Monsanto diz que seus produtos Roundup contêm 360g a 540g por litro, e 680g a 720g por quilo, no caso de sólidos. Ela destaca, porém, que detém apenas um terço do mercado argentino, uma vez que o glifosato está sem patente há vários anos, e que outros produtores oferecem produtos genéricos com distintas concentrações do produto químico. O executivo-chefe Hugh Grant disse ao "FT": "Não estou preocupado com o estudo. Na minha opinião, a investigação é questionável". A empresa sustenta que o produto é seguro para humanos e usado sem efeitos secundários nocivos por décadas.

Carrasco diz que "existe um número grande de interesses em ação" para que o glifosato seja proibido. Mas as autoridades poderão começar a isolar o problema implantando controles eficazes onde as lavouras são pulverizadas. (Tradução de Robert Bánvölgyi).


martes, 10 de febrero de 2009

Sobre TBA y el desmonte con glifosato-Proyectos de ley y entrevista

En los comentarios con las fotos del desmalezamiento realizado por TBA nos afirman que no es glifosato.

Copiaré una nota que le hicieron a la persona que hizo la denuncia y un proyecto para declarar a Vicente López libre de glifosato, y si uds. tienen dudas, bueno, les dejo los enlaces para que se comuniquen con éstas personas y puedan aclarar sus dudas.

Màs si viven en la zona por donde pasa el ex Mitre:





"Ocurrió en Vicente López bajo las vías del tren. Una de las perjudicadas e impulsora de las reacciones en defensa de la salud y el medioambiente, Patricia Roccatagliata, ingeniera agrónoma, cuenta cómo descubrió que la empresa que explota las vías del ferrocarril utiliza glisofato.

-¿Cómo y cuándo notó que fumigaban con pesticidas al costado de las vías del tren , detrás de su casa en Vicente López ?

-Desde hace aproximadamente dos años y medio, los vecinos de Vicente López, La Lucila, etc. venimos viendo que la vegetación verde, que normalmente crecía a los costados de las vías, se transformó primero en hilos negros y luego desapareció misteriosamente, se desintegró .

Esto ocurría tanto en gramíneas ( hojas acintadas ), pasto, como en latifoliadas, las plantas de hojas anchas, por ejemplo enredaderas y las campanillas. Notamos un impacto ambiental que afectaba a la biodiversidad del ecosistema urbano y a la cadena trófica.

También, observamos cambios en el suelo. Originariamente era esponjoso, con humus negro, tierra del Río de la Plata, de pronto se transformó en un delgado manto de color lechoso y sin vida.

Es una lástima, porque ahora tampoco vemos mariposas, ni abejas, ni ranitas que antes sí habían y croaban de noche. Era lindo escucharlas y son benignas porque se alimentan de insectos. Pero llegó el día en que me di cuenta de lo que pasaba. Una mañana cuando iba al trabajo, al cruzar las vías del ferrocarril en la calle Roca, junto con otra vecina, que casualmente llevaba en su carrito a su bebé, fuimos literalmente pulverizadas por individuos vestidos de traje especial blanco , gorro, guantes, barbijo, escafandra y zapatos de seguridad.

Son contratados por Trenes de Buenos Aires(TBA) y pulverizan con una potente mochila a motor que produce una enorme nube tóxica. El alcance de las mismas puede llegar de los 400 a los 800 metros dependiendo de la velocidad del viento, de esta manera la nube tóxica entra por nuestras ventanas. Pasan cada 20 días más o menos tirándole al aire y a la tierra yerma . Eso demuestra la poca profesionalidad de estos individuos.

Cuando les pregunté a los pulverizadores ‘¿Qué producto es lo que están tirando ?’, me dicen, sacándose el barbijo, mientras la nube tóxica ingresaba a sus propias narices, a las nuestras y, también, empapaba nuestras ropas, ‘veneno, señora, para las .......... ‘ ¿ratas o plantas? No lo sé, porque justo pasó el tren que no me permitió discernir para qué lo arrojaban, si no crece nada y está todo muerto desde hace meses.

Aquí pasan cosas raras, me dije, veneno, nos pulverizan, no hay pasto ni ratas, dejan todo tipo de plantas muertas sin ranitas, sin duda, esto es más un BIOCIDA , que un herbicida. ¡Si ese día hubiera sabido que era glisofato, hubiéramos corrido a casa a ducharnos y cambiarnos la ropa inmediatamente! Pero no sabíamos lo que era ni su antídoto. Ante esta sospecha, me fui a la Municipalidad y aquí empieza mi cuento surrealista. (Estoy escribiendo un libro, que incluso podrá transformarse en un guión de teatro , porque es una tragicomedia) . ‘Señor, están tirando un tóxico en las vías’. Una señora de voluminosas ideas me contestó ‘No podemos hacer nada . Es jurisdicción nacional’. ‘¿Como el aire que respiro o en qué país vive UD.?’ le respondí.

Cuando en mis años de juventud estudiaba Agronomía , pulverizaba los durazneros de la Facultad de Luján sin ningún tipo de protección, barbijo, etc, porque nadie nos dijo que eran cancerígenos . Hoy pienso, fue una locura ...

Aparte debo decir que mi cuerpo es especialmente sensible ya que pasé numerosas veces por el quirófano, unas siete y no lo quiero más ni para mi, ni para ningún chico, ni madre, padre, ni mascota , ni nadie.

Resumiendo. A partir de ese primer contacto con la Municipalidad, hice denuncias porque deseaba saber qué producto era y conocer el antídoto, por si acaso. Vivimos al lado de las vías, nuestra medianera da a las vías y ellas son nuestro pulmón de manzana. Ahora sé que respiramos la Jurisdicción Nacional, impregnada de "ese misterioso tóxico ", del cual ahora sabemos que no posee antídoto.

Ningún empleado municipal me informó nada en estos dos años ni siquiera de qué tóxico se trata. Sólo me enteré por Julio Lagos y por la Secretaría de Medio Ambiente de San Isidro . Es más, el 9 de septiembre del año pasado, personalmente seguí a los pulverizadores y cuando vi que pasaron la jurisdicción municipal, realicé la denuncia en San Isidro. Al día siguiente les labraron actas .

Cuando salí en la radio de Julio Lagos, Radio del Plata, al día siguiente me contestó el Licenciado Gago (Gustavo) de Prensa de TBA, diciendo que aplican nada menos que glisofato de Monsanto.

Las denuncias las hice en el Defensor del Pueblo de Vicente López, el Defensor del Pueblo Nacional, la Policía, la policía ambiental, Salud Ambiental de San Isidro, bromatología, en Municipalidad a Jorge Galli, Instituto de Rehabilitación ( Dr. Matassa ), Secretaría de Medio Ambiente de San Isidro, al señor Dos Santos y al Director Ricardo Antoniassi, Defensa Civil, de TBA a Roberto Suarez y en la Comisión Nacional Reguladora de Transporte ante Jorge Parrón.

-¿Cuáles fueron las consecuencias inmediatas? ¿Conoce otros casos?

Notábamos que algo raro había en el ambiente. También, se murió súbitamente un bebé en el jardín maternal de Maipú al 2900 y me empecé a alertar. Hacía poco que había realizado denuncias por cloacas que se inundaban e ingresaban de la calle al edificio de Telecom . Un foco de infección latente de eschericia coli y salmonella en el ambiente, aparte de los olores nauseabundos que se perciben en las estaciones de ese ramal proviniendo de baños que nadie limpia ni desinfecta y, también, en la parada de colectivo del 21 al lado de la rotisería “La Bola de Oro” y de la farmacia Aysa.

-¿Qué respuesta tuvo por parte del gobierno municipal?

Ninguna . Ni siquiera un ‘ señora, vamos a ponernos en campaña’. Si a los encargados de trenes se les hubiera ocurrido tirar una bomba nuclear, desde la municipalidad hubieran dicho ‘¡y, bueno es Jurisdicción Nacional!

-¿Encontró eco en los vecinos?

Sí. Aparte, veníamos observando casos de alergias , broncoespasmo y asma. Incluso, el año pasado, antes de saber que era glifosato lo que arrojan , estuve tan mal que debí faltar al trabajo por más de dos semanas en Abril, casualmente luego de una pulverización .

Después de las pulverizaciones, he sufrido broncoespasmo e irritaciones en las vías respiratorias , ahogo, mareos, dolor de pecho, palpitaciones, sequedad en la boca .

-A su entender ¿cómo tratan los medios este tema, si es que los tratan?

En Vicente López, cuando el 5 de septiembre del año pasado, TBA me dijo que era glifosato, muy pocos sabían lo que era. Hoy, hay un poquito más de conciencia, gracias al programa de la Liga (N del R: se refiere al programa sobre la soja transgénica emitido por Telefesi quiere descargarlo o asistir online.) y el doctor Rodolfo Páramo de Malabrigo , Santa Fé , pediatra que atendió casos de chiquitos con malformaciones y cánceres. Por mi lado, me ocupo de difundir todo esto y, especialmente, las leyes que nos amparan: Artículo 41 de la Constitución Nacional, el punto 10.5 del Contrato de TBA, la Ley de Pesticidas 10.699 y Decreto Reglamentario Nº 499 .

No se puede pulverizar con pesticidas que se usan en el campo con equipo terrestre ni aéreo en zona poblada . A los apicultores hay que enviarles un telegrama colacionado 36 hs. antes de pulverizar, para que quiten y cuiden a las abejas. Imaginate, los pulmoncitos de los niños y de todos nosotros quedan como las enredaderas muertas al lado de las vías.

Las empresas fumigadoras deben estar registradas en el Ministerio de Asuntos Agrarios, informadas con exigentes cursos de capacitación y la debida protección a los pulverizadores.

He visto desde mi ventana la custodia a los pulverizadores por parte de un supervisor de TBA con su inconfundible traje azul. Él iba dos pasos atrás respirando todo lo que arrojan esos individuos e iba sin ninguna protección.

-¿Qué conclusiones saca tras el encuentro en la biblioteca Nora Bombelli? (reunión realizada el 30 de enero bajo el título “Uso inconsciente de pesticidas” ).

Fue espectacular . Vino gente que vive cerca de las vías de otros ramales como Nuñez, Olivos, La Florida, La Lucila, Martínez, San Isidro y nos contó experiencias similares junto a otras tristes experiencias de contaminación del agua con cromo, el problema de ATANOR, las cloacas, la polución industrial y de los autos, aviones, etc.

Con respecto al glisofato, lo más trágico es que justo crearon placitas con "juegos ecológicos” al lado de las vías. La nube tóxica pasa el alambrado y se deposita en la superficie de los juegos y cuando van los bebés los tocan y se llevan las manitos a la boca, de esa manera el veneno va derecho al tubo digestivo. Me refiero, por ejemplo, a la placita de San Martín y las vías, la calesita de la estación de Vicente Lopez yendo a Martínez y otras. Lo absurdo es que, paradójicamente, nadie levanta las inmensas bolsas de basura que están en "la Jurisdicción Nacional "en todo el ramal. Eso sí atrae a las ratas ... no el pasto bien cuidado.

Queremos pasto a cambio de glifosato insensato y limpieza...volver a lo naturalmente limpio.

-¿Cuáles son los próximos pasos a seguir en esta campaña de concientización?

Estando en un Estado de Derecho, los vecinos queremos que nuestros representantes emitan un Recurso de Amparo, para eso están , para eso les pagamos. No son floreros de adorno. Además, cuando investigamos algo, pasamos el mail a todos desde la Presidenta de la Nación hasta Nilda Garré, del Ministerio de Agricultura al de Salud, desde el Dr. Bibiloni al Dr. Mondino a la Municipalidad y a todos los vecinos. Tenemos fe que alguien un buen día escuchará, porque el cáncer afecta a todos.

Lisa y llanamente, en otros países este tema de residuos tóxicos es tratado como una cuestión de Estado, incluso su eliminación. Hay gente que recicla el envase de este veneno o chicos que se confunden de botella y toman agua de recipientes vacíos de veneno. Sabemos de gente que se confundió y en una pileta de natación tiró glisofato en vez de cloro.

Puedo pasar de plano a causa del glifosato, pero queda una generación que va a exigir respuestas y va a investigar."

Fuente: INFOUNLP de la Universidad Nacional de La Plata.

Patricia Roccatagliata enfatiza:
  • QUEREMOS VER PASTO , BIEN CUIDADO DETRAS DE LAS VIAS , ES NUESTRO PULMON DE MANZANA . NECESITAMOS OXIGENO ...
  • NADA DE PESTICIDAS - VENENOS ...
  • Y QUE LEVANTEN LA BASURA QUE HACE MESES QUE NADIE SE ENCARGA DE LLEVARSE .
  • ESTO SE LLAMA SEGURIDAD E HIGIENE ... PRINCIPIOS BASICOS PARA LA SALUD Y EL ORDEN URBANO...
  • DETRAS DEL ALAMBRADO DE LAS VIAS NO QUEREMOS PLACITAS "ECOLOGICAS" FUMIGADAS NI CONTAMINADAS , NI NIÑOS, NI ABUELOS ENVENENADOS !!!
  • EXISTE UN PASEADERO DE MASCOTAS ENTRE ROCA Y SAN MARTIN HASTA YRIGOYEN DETRAS DE LAS VIAS ...
  • NO QUEREMOS TUMORES NI ENFERMEDADES PULMONARES MISTERIOSAS EN NUESTRAS MASCOTAS TAMPOCO !!!



Proyecto de Ordenanza presentado en el Consejo Deliberanta de Vicente López:

Solicitud de Intervención en la utilización del Glifosato como fitosanitario

Despues de 7 años de reclamos y sin respuesta efectiva, creo que esta es la mejor forma de lograrlo.

Proyecto de Ordenanza dirigido al Honorable Concejo Deliberante y al Intendente de Vte López

Autor: Víctor Freire – Iniciativa ARI Vicente López

INTERVENCIÓN EN LA UTILIZACIÓN DEL GLIFOSATO COMO FITOSANITARIO

Visto la vigencia del Art. 41 de la Constitución Nacional y de la Ley 10.699 de la Provincia de Buenos Aires, Decreto 499/1991,

Denuncia:

Las empresas concesionarias de transporte ferroviario de pasajeros TBA y Ferrovías, que circulan por Vicente López, utilizan agroquímicos para mantener desmalezadas las zonas lindantes a las vías. La empresa TBA emplea para este objetivo Glifosato de Monsanto, mientras que Ferrovías utiliza Glifosato de Atanor.

El glifosato es considerado tóxico para el ser humano, por lo cual y para salvaguardar la salud pública, solicitamos su intervención, en pro de hacer cumplir las leyes, que prohíben las fumigaciones en zonas urbanas. En este caso en particular, para mayor impacto, las zonas fumigadas son lindantes a viviendas, comercios y plazas a las que habitualmente asisten niños, los cuales están más expuestos que los adultos.



Si quiere descargarla en formato word para analizarla.



Si precisa los datos de Víctor Freire:


victorfreire-ari#hotmail.com

(reemplacen # por @)

CELULAR:011- 15-6448-2748








Finalmente en el periódico 168 horas del 9 de enero, hay una entrevista a la concejal Blanca Díaz, que dice:

Glifosato: un producto cancerígeno que puede provocar mal formaciones en los recién nacidos y abortos
Preocupa método de fumigación de TBA

1(68 Horas- por Laura San José- Jueves 8 de Enero del 2009). Algunas tareas y sedes administrativas han cesado en sus funciones, pero el Concejo Deliberante de Vicente López, si bien no produce sesiones durante el periodo vacacional, sigue elaborando y trabajando en distintos proyectos. “168 Horas” habló con Blanca Díaz, concejal por el bloque “Solidaridad e Igualdad” y presidenta de la comisión “Ecología y Medio Ambiente”.

La empresa TBA fumiga en el ámbito de las vías y el espacio público para el desmalezado, con un producto llamado GLIFOSATO. Esta es una sustancia tóxica, que no esta prohibida por la ley nacional, salvo que esta sustancia estuviera mezclada con el agua, esa es la excepción a la regla. Pero, sin embargo no deja de ser un producto cancerígeno que puede provocar mal formaciones en los recién nacidos y abortos.

“Nosotros estamos analizando este tema porque ha habido denuncia de vecinos diciendo que la fumigación con esta sustancia llega hasta sus casas, son casas que lindan con las vías del tren”, explicó la concejal.

¿Qué se puede hacer?
Habría que buscar una manera de prohibirla por lo menos en el ámbito público y en las zonas urbanas. Hago esta diferenciación porque en las zonas rurales se utiliza este producto para el desmalezado de los campos. Se debería remplazar el GLIFOSATO con mano de obra que cumpla la misma función.

¿Este proyecto queda limitado al partido de Vicente López únicamente?
Vicente López no es un ámbito rural, es urbano. Pero este proyecto se puede avanzar en toda la provincia. Acá los diputados provinciales son lo que deberían empezar a analizar en los ámbitos rurales la problemática que trae la utilización de este tipo de veneno.

¿Cómo hacer para prohibir su uso en el distrito?
Es complicado, porque el tema es no contraponernos a leyes nacionales o provinciales y traer un problema jurídico contra el municipio. Por eso lo estamos estudiando con profundidad.

En este momento te encontras investigando acerca de éste producto. ¿Cuáles serían los pasos a seguir en el caso de que realmente pueda perjudicar a la población de Vicente López?
Avanzar con una ordenanza que prohíba la utilización de este producto, en la medida de que no se contraponga con ninguna ley nacional.

¿Y si se contrapone que pasa?
No podría ser viable la ordenanza.

¿Y en ese caso que se debería hacer?
Habría que trabajar en el ámbito de la provincia para que se prohíba y en el ámbito de la nación para que se prohíba también. Es dentro de las leyes de medio ambiente donde se determina las sustancias prohibidas a ser utilizadas, sería necesario que se incorpore este producto en esa lista. De esta manera nos da la garantía, en términos de pirámide, para poder prohibirla en el ámbito del distrito.

En cuanto a leyes se refiere hay que seguir un orden piramidal. En el caso que se opongan dos leyes de orden y escalafón distinto se tendrá en cuenta aquella del peldaño mas alto. La ley nacional tiene la última palabra.


Fuente Diario 168 Horas.

No se si estoy autorizado a pasar algunos mails, de Víctor Freire, lamentablemente, no hay ninguna dirección de contacto.

Pero de Blanca Díaz pueden consultar lo que dice la página de el Honorable Concejo Deliberante de Vicente López:

cjaldiaz#hcdvlopez.gov.ar
Reemplacen # por @

No hay un teléfono directo, pero está el teléfono del Concejo Deliberante de Vicente López:

HONORABLE CONCEJO DELIBERANTE DE VICENTE LOPEZ :: Av. Maipu 2502 (1642) Olivos 4711-2800 (lin. rot.)


lunes, 9 de febrero de 2009

Agencia de Turismo-Glifosato Tour, conozca el campo sin salir de Buenos Aires!!!


Guía de turista de la agencia "Glifosato Tour" rociando con su producto cerca a las vías del tren!!

Si, gracias al éxito de nuestros tours carcelarios:Visite España, siéntase como si estuviera en Oz, ahora realizamos tours en Buenos Aires:


Conozca el Campo Argentino a pocos metros de la residencia de Olivos!!!!

Tours guíados para que ud. pueda aspirar abundante glifosato.

Siéntase un sojero, aspire glifosato (bah, en realidad los sojeros no aspiran glifosato....)

Nuestros tours:

  • Salida de la Estación Retiro.
  • Uso del equipamento de seguridad es opcional, ud. puede sentir el olor a glifosato!!!
  • Le daremos un puro para que se sienta un auténtico sojero.
  • Para aquellas personas que lo deseen les proveremos del overall blanco, pero es mejor sin overall, así se sienten más como en el campo.
  • Glifosato Tours, a metros de la Residencia de Olivos, ¿si los K no tienen miedo, ud. va a tenerlo?









Las fotos del "Mitre", el glifosato y una carta de lectores.


Recibí varias, vamos a mostrarlas, aclaración, cuando coloca MVL está refiriéndosa a Municipalidad de Vicente López.



Los "Marcianos" fumigando en las vías del Mitre, ex TBA.










Personal fumigando en los costados de las vías del Mitre.


Herbicidas

Quisiera saber si se habla algo respecto de la fumigación con herbicidas –probablemente el maldito glifosato– a lo largo de las vías del tren –por mi parte, conozco los recorridos de la línea Mitre (Mitre-Retiro y Suárez-Retiro) y Roca (Constitución-Ezeiza). Los costados de las vías eran –creo recordar que hasta no muchos meses atrás– espacios verdes, llenos de arbustos y pasto. Actualmente, se ve sólo la tierra pelada y las osamentas de los árboles y arbustos que crecían allí. Evidentemente se está fumigando con algún herbicida –si llegara a ser glifosato, ya conocemos su toxicología: se debe fumigar como mínimo a 500 metros de distancia de lugares habitados–. Y bien: ¿cuántas casas dan con sus fondos –y muchas veces, ventanas– a las vías del tren? Esto es un atentado contra la salud pública. Además, los terraplenes, sin el sostén del pasto, se derrumban. Ni hablar de la depresión, de la tristeza que causa ver la tierra muerta y pelada. ¿Alguien puede hacer algo para evitar esta locura? ¿Por qué el Estado prefiere invertir el dinero público en envenenarnos la salud y la moral en vez de llevar a cabo un correcto mantenimiento de los espacios verdes? ¿Se podría investigar al respecto?



Cecilia Fracchia

DNI 27.024.067




El Glifosato es biodegradable....



Alguien dejó el siguiente comentario:

  • Entrando mas en el articulo en si, les aseguro que es muy dificil la muerte de una persona por causa del glifosato, hasta le diria que consumiendolo podria tener gravisimas consecuencias pero no necesariamente la muerte como segun dice el articulo.
  • En cuanto al medio ambiente estamos en la misma, es un producto totalmente biodegradable, ni bien llega a contacto con la tierra se desactiva automaticamente, es un herbicida que actua de forma sistemica por la planta, pero solo su ingreso puede darse por medio del follaje, incluso es dificl que lo haga por tallos o troncos.
Entonces como es un argumento que se repite mucho, trataré de dar algunos documentos en donde se demuestra que el glifosato no es tan inocuo, ni biodegradable.

El argumento de que el glifosato es biodegradable ya lo decía Alfredo De Angeli en el programa La Liga dedicado a la soja transgénica.

Es muy fuerte ese programa, véanlo, vale la pena, presionen acá por si quieren descargarlo.

Otro documental terrible sobre muertes de animales por exposición del glifosato supuestamente "biodegradable" en el documental: Siembra Letal. Enlace para descargarlo acá.


Hay algo que si creo que es importante la Comisión investigará, si es todo mentira, bueno, las personas que defienden al glifosato no entiendo qué tienen que temer.

Veamos algunos documentos sobre el tema:



"Informes del Foro Ciudadano de Participación por la Justicia y los Derechos Humanos demostraron que habitantes de las áreas con más cultivos de transgénicos y utilización de glifosato de las provincias de Buenos Aires, Córdoba, Santa Fe, Entre Ríos, Misiones y Formosa están afectados por “gravísimas enfermedades”, como cáncer, deformaciones, abortos espontáneos, alergias y otras. Son indicadores suficientes para plantear la problemática entre glifosato y daños a la salud y al ambiente."
Revista Saber Como del INTI, Instituto Nacional de Tecnología Industrial.
Nro. 70 - Noviembre 2008. El INTI pertenece al Estado Argentino (si se fijan en su dominio es .gob.ar)
No se bien porqué la tabla no queda bien, así que dejo la tabla como está en el documento pdf, por las dudas, sigan hacía abajo que encontrarán más información también:





Fuentes: Impactos sanitarios y ambientales del glifosato: Las implicaciones del aumento en la utilización de glifosato en asociación con cultivos genéticamente modificados. Julio de 2001. Informe realizado por David Buffin y Topsy Jewell, miembros del Pesticide Action Network, UK. Tabla basada en datos de: Monsanto Company, 1985, Toxicology of Glyphosate and Roundup Herbicide. Monsanto Company, Department of Medicine and Environmental Health, Missouri, USA; Monsanto Company, Web Site: www.monsanto.com, 18th January 1998; Monsanto Advertising Supplements in Farmers?s Weekly, Roundup 91, 7 June 1991, and Roundup 92, 5th June 1992; Pesticide Outlook, Dec. 1997, Royal Society of Chemistry, Vol. 8, No. 6, pp3-4


Fuente Revista Saber Como, del INTI (Instituto Nacional de Tecnología Industrial) es una página oficial, es un organismo del Estado Argentino, Nro. 70 - Noviembre 2008.

Acá hay un documento en pdf con más información sobre el tema.


Del Diario "La Opinión" de Rafaela

Si bien se ha comprobado que la toxicidad directa del glifosato sobre pájaros y mamíferos es baja, son más sensibles a sus fórmulas los peces e invertebrados.

También se han verificado malformaciones en anfibios de nuestra región expuestos a distintas concentraciones de glifosato.

El glifosato, posee también efectos negativos sobre los microorganismos del suelo, reduciendo la habilidad de ciertas bacterias en fijar nitrógeno, y aumentando el crecimiento de hongos patogénicos, capaces de liberar toxinas.

Otro hecho a tener en cuenta es el envenenamiento producido por este herbicida en las personas, cuyos síntomas son: irritaciones dérmicas y oculares, mareos, náuseas, edema pulmonar, reacciones alérgicas, pérdida de líquido gastrointestinal, pérdida de la conciencia, alteraciones cardiológicas y daño renal.




De "EcoPortal"


-¿Cuáles fueron los resultados de la investigación?

-El glifosato formulado, lo que significa el Roundup tal como es vendido, activa lo que se llama el checkpoint (proteínas de control). Cada célula tiene dos checkpoints que se activan solo cuando hay problemas en la división celular. Esta perturbación se debe a que interactúa con el ADN de las células y de esa manera es como funcionan los agentes cancerígenos.

Una vez activado el checkpoint hay tres posibilidades: la primera es que la célula repare el ADN; la segunda, que haga apoptosis o suicidio celular; y la tercera, que ni se reparen ni se mueran porque el gen que se daña es uno de los que regula el checkpoint y es así como se inicia el proceso del cáncer. Si hay 10.000 células, 9.999 se mueren, pero si hay una que vive y tiene el ADN dañado, que corresponde al gen del checkpoint, y se divide, en media hora ya hay dos, que luego se convierten en 4, 8, 16.

Para llegar al cáncer todavía faltan otros cambios, es necesario que una de ellas adquiera la propiedad de escapar del control de un factor externo a la célula. El proceso continúa, el tumor necesitará oxígeno y para eso va a atraer vasos sanguíneos y formar nuevos (angiogénesis) para alimentarse. La última característica es la migración (metástasis) y entonces se formarán tumores en el resto del cuerpo.

-¿El glifosato provoca el primer mecanismo que activa el checkpoint y es necesariamente cancerígeno?

-El glifosato formulado es el que provoca las primeras etapas de la cancerización. Un cáncer se define cuando hay señales clínicas de la enfermedad, y mientras solo exista una célula que camina hacia ese proceso no se puede hablar de cáncer todavía. Sobre todo nos cuidamos mucho en el plano jurídico porque el fabricante no impugnó nuestros resultados, que son a prueba de impugnación, pero sí cuestionó su interpretación ya que hasta el momento no se ha presentado un cáncer por el glifosato y si lo hay no lo sabemos. Para tener un cáncer tienen que pasar entre 30 y 35 años. El glifosato y otros productos se están usando desde hace mucho menos tiempo, entre 10 y 15 años, por lo que aún es imposible medir los casos.



Del Diario La Nación.

"Por su parte, Pizarro subraya: "Detectamos cambios que tienen consecuencias ecológicas importantes, pues se está afectando la biodiversidad en general y, por ende, el funcionamiento del ecosistema". Este trabajo constituye uno de los pioneros en cuanto al estudio del efecto de este herbicida sobre las comunidades acuáticas.

Los investigadores realizaron otros experimentos de mayor duración, en los que observaron qué sucedía una vez cumplido el plazo requerido por el glifosato para degradarse. "Vimos que los efectos seguían, no había recuperación de las comunidades y la cantidad de fósforo en el agua seguía siendo alta", concluye Pizarro.

Lo cierto es que el glifosato parece estar lejos de ser inocuo. Cuando culminen los estudios que numerosos grupos de investigación están realizando en distintas escalas, incluyendo anfibios y monos, tal vez se tenga un panorama más preciso sobre los riesgos que puede entrañar este producto."




La Justicia francesa condena a la compañía Monsanto a pagar 15.000 euros de multa por "publicidad engañosa"


Monsanto Francia mantiene que el glifosato es biodegradable "ya que se transforma en productos naturales en el suelo en pocas semanas"

MADRID, 12 (EUROPA PRESS)

Un tribunal francés de la ciudad de Lyon ha declarado culpable a la multinacional Monsanto en un delito de "publicidad engañosa", en relación con el herbicida 'Roundup Ready', que la compañía califica como "totalmente biodegradable". Monsanto deberá pagar una multa de 15.000 euros, al igual que Scotts France, el distribuidor en Francia de este producto.

Esta sentencia es fruto de un proceso que comenzó en 2001 a raíz de una denuncia presentada por la ONG francesa Eaux et Rivières de Bretagne (ERB) ante el Ministerio del Medio Ambiente galo. ERB acusó a la filial francesa de Monsanto así como a Scotts France de mentir en su publicidad ya que este herbicida posee glifosato, una sustancia tóxica que, según la Comisión Europea, tiene graves consecuencias medioambientales a largo plazo.

La ONG presentó las etiquetas de seis productos diferentes de Monsanto que contenían 'Roundup' a modo de prueba ya que, entre otras características, el herbiciba se presentaba como "cien por cien biodegradable, limpio, respetuoso con el Medio Ambiente, eficaz y seguro, utilizado según las indicaciones del fabricante no presenta riesgos particulares para el ser humano o los animales domésticos".

En 1996, Monsanto ya fue condenada por la justicia estadounidense por los mismos motivos y finalmente tuvo que retirar este producto del mercado. Aunque sus métodos publicitarios seguían siendo investigados, el 'Roundup' se convirtió en el herbicida más utilizado en los jardines y campos galos, según recuerda la ONG.

"En el año 2000, Monsanto llevó a cabo una importante campaña publicitaria en televisión para promocionar el 'Roundup' mientras nuestros estudios demostraban la presencia masiva de glifosato en los ríos franceses", señaló el delegado de ERB, Gilles Huet, que recordó que las dos principales moléculas de glifosato se encuentran en el 55 y 35% de las aguas superficiales francesas.

En su sentencia, el Tribunal de Lyon entiende que el glifosato "no es biodegradable". "Además, tanto Monsanto como Scotts France conocían las características ecotóxicas del producto y, a pesar de ello, difundieron mensajes publicitarios engañosos con argumentos ecológicos erróneos con el objetivo de hacer creer falsamente en la existencia de una inocuidad total e inmediata para el Medio Ambiente de sus productos", explica el Tribunal.









De todas maneras, cada cual le creerá a quien quiera, obvio.

Pero hay cosas que llaman la atención y es que, por ejemplo, ante la noticia de la preocupación presidencial por el tema de la contaminación en Ituzaingó Anexo (Ciudad de Córdoba) ni el diario La Nación, ni Clarín le dedicaron alguna línea..

Raro, ¿no?

Y en un viejo artículo, encontramos a un redactor importante de Clarín Rural defendiendo la hormona de crecimiento....(que luego hasta las fábricas de lácteos de Estados Unidos dejaron de usar).



De todas maneras, les diría a los que defienden al glifosato, que vayan a lugares en donde hay mayor trascendencia, este "Partido" es pequeño.

En:

el blog de Zloto y Tenenbaum se comentó la ausencia de la información sobre la investigación del glifosato en Ámbito, Clarín y La Nación.

En esa entrada hay (ahora), 120!, comentarios.

Así que, para los que quieran informarse, a favor o en contra.

Vayan ahí, que seguro tendrá más trascendencia que acá.

Esta es entrada sobre la ausencia de la noticia del glifosato en La Nación, Ámbito y Clarín.

La tabla del INTI en formato html:
















































Aseveraciones de Monsanto


Hallazgos de Investigaciones Independientes

El Roundup posee un bajo potencial irritativo para ojos
y la piel y además no constituye un riesgo para la salud humana
· El Roundup está entre los pesticidas
más denunciados por ocasionar incidentes de envenenamiento en varios
países.

· El Roundup ocasiona un espectro de
síntomas agudos, incluyendo eczema recurrente, problemas respiratorios,
hipertensión arterial y reacciones alérgicas
El Roundup no ocasiona ningún efecto adverso
reproductivo
En ensayos de laboratorio sobre conejos
el glifosato produjo efectos dañinos duraderos sobre la calidad
El Roundup no es mutagénico en mamíferosEn experimentos de laboratorio se
observó daño en el ADN de órganos y tejidos de ratones
El Roundup es ambientalmente seguro· En el medioambiente agrícola, el
glifosato es tóxico para organismos benéficos del suelo y artrópodos
predadores benéficos, e incrementa la susceptibilidad a enfermedades de
los cultivos.

· El uso de glifosato en forestación y
agricultura genera efectos indirectos perjudiciales en pájaros y
pequeños mamíferos al dañar su provisión alimenticia y su hábitat.

· El contenido de POEA en el Roundup es
letal para los renacuajos de tres especies de sapos terrestres y
arbóreos en Australia. El gobierno australiano prohibió es uso de estos
productos cerca de aguas.

· Dosis sub-letales de glifosato
provenientes de la deriva dañan las comunidades de plantas silvestres y
pueden afectar algunas especies situadas hasta a 20 metros del fumigador


· El uso de glifosato en zonas arables
ocasiona acronecrosis o gangrena regresiva en árboles perimetrales.

· El glifosato promueve el crecimiento
poblacional de un caracol acuático que es el huésped intermedio de
fasciolosis hepática en mamíferos.

· La degradación del glifosato por
microorganismos en el agua puede estimular los efectos eutroficativos
El Roundup es rápidamente inactivado en el suelo y el
agua
· El glifosato es muy persistente en el
suelo y los sedimentos.

· El glifosato inhibió la formación de
nódulos fijadores de nitrógeno en trébol durante 120 días luego de su
aplicación.

· Residuos de glifosato fueron hallados en
lechuga, zanahoria y cebada cuando fueron plantados un año después de la
aplicación de glifosato.

· Los fertilizantes en base a fosfatos
pueden inhibir la degradación en suelo del glifosato El Roundup es
inmóvil y no percola en los suelos
El Roundup es inmóvil y no percola en los suelos· El glifosato puede desorberse
fácilmente de las partículas del suelo en un amplio espectro de tipos de
suelos. Puede ser extensivamente móvil y percolar hacia capas más
profundas del suelo.

· El glifosato puede ser transportado por
partículas del suelo en forma de deriva secundaria
El Roundup no contamina el agua potable cuando es
utilizado por autoridades locales sobre superficies duras
· En Inglaterra, la Welsh Water Company
detectó niveles de glifosato superiores al límite establecido por la
Unión Europea todos los años desde 1993. El Inspectorado de Agua Potable
recomienda que el glifosato sea monitoreado, especialmente en áreas
donde es utilizado por autoridades locales sobre superficies duras
Es virtualmente imposible que se desarrolle resistencia
a glifosato en malezas
· En 1996, se descubrió una gramínea
forrajera resistente al glifosato en Australia
El desplazamiento de genes desde cultivos transgénicos a
especies convencionales o malezas y la transferencia horizontal ocurren
a corta distancia y pueden manejarse con facilidad
· En aquellos cultivos que han sido
examinados, las densidades de polen son mucho más altas y sus patrones
de dispersión difieren de los de campos grandes en comparación con
aquellos constatados en lotes experimentales. La dispersión de polen por
el viento sucede a distancias mucho mayores y a concentraciones más
altas que las predichas por extrapolaciones a partir de cultivos
experimentales. La transferencia genética desde cultivos de oleaginosas
transgénicos es inevitable
Los cultivos Roundup Ready reducirán los niveles de
utilización de herbicidas
· Los cultivos tolerantes a herbicidas
intensificarán e incrementarán la dependencia del uso agrícola de
herbicidas más que conducir a reducciones significativas. Una variedad
de herbicidas tendrá que ser reintroducida para controlar voluntarios
glifosato-resistentes y malezas resistentes


jueves, 5 de febrero de 2009

Comisión Nacional de Investigación para el estudio del impacto de los agrotóxicos



Por Jorge Carpio * y
Facundo Villar **

La reciente creación de la Comisión Nacional de Investigación para el estudio del impacto de los agrotóxicos, especialmente del glifosato, sobre la salud de la población es una buena oportunidad para repasar algunos temas que permiten evaluar la importancia de la medida.

El glifosato es el principio activo del herbicida de amplio espectro Roundup (nombre comercial de la transnacional Monsanto). Según Monsanto, el Roundup no constituye un riesgo para la salud humana. Sin embargo, la Agencia de Protección Ambiental (EPA) reclasificó al glifosato dentro de la categoría “altamente tóxicos”, mientras que la Organización Mundial de la Salud lo tiene clasificado como extremadamente tóxico. A su vez, la Northwest Coalition for Alternatives to Pesticides (NCAP), ha realizado una revisión de la toxicología del glifosato, identificando efectos adversos en humanos que van desde irritaciones dérmicas y oculares, náuseas, mareos, reacciones alérgicas, hasta daño o falla renal.

En Argentina el consumo de glifosato ha venido creciendo exponencialmente desde hace más de 18 años. Su utilización está relacionada intrínsicamente con la soja RR, y otros cultivos transgénicos resistentes al glifosato. El herbicida arrasa con todo, menos con las semillas transgénicas, las cuales son producidas (como en el caso de la soja RR) monopólicamente por Monsanto, conformando así el denominado “paquete tecnológico” herbicida-semillas transgénicas.

El impacto de las fumigaciones con esta sustancia es alarmante, y desde hace 15 años, con el inicio de la política sojera, ha traído consigo altos índices de enfermedades y muertes en las áreas rurales de nuestro país.

Un informe preliminar, realizado por el Foro Ciudadano de Participación por la Justicia y los Derechos Humanos (FOCO) en noviembre pasado, relevó las localidades del país afectadas por muertes y enfermedades relacionadas con el uso de dicha sustancia. El patrón espacial de las localidades afectadas (más de 40) con elevados índices de patologías atribuibles al glifosato es coincidente con las áreas de los principales cultivos transgénicos en el país (soja, maíz y trigo) y la consiguiente utilización de glifosato.

Pero no sólo en las zonas rurales se utiliza este producto. En FOCO recibimos denuncias recientes por parte de vecinos de Olivos y Vicente López sobre la utilización de este producto por la empresa TBA para desmalezar las vías y sus márgenes. Según las denuncias, la sustancia se esparce también hacia los hogares que se encuentran aledaños al trazado del tren, poniendo en riesgo a sus habitantes y a quienes circulan por allí.

Los indicadores existentes muestran la importancia de la problemática del uso del glifosato, y los daños sobre la salud y el ambiente, tanto en áreas rurales, como urbanas y periurbanas, y la necesidad de considerarlo un tema de agenda pública, donde la toma de conciencia de la sociedad (rural y urbana) lleve a la reclasificación del glifosato como lo que realmente es: un alto riesgo para la salud pública y el ambiente.

Estos antecedentes señalan la importancia de la creación de la comisión, que motiva estos comentarios, y la expectativa con que esperan sus resultados la ciudadanía y las organizaciones sociales preocupadas por estos temas.

- Director de FOCO.
** Observatorio de Empresas Transnacionales.